E de resto você nem sabe…


Deitei, viajei, pensei em milhões de motivos para te ligar, milhões de coisas para te falar e milhões de reações ao te escutar.
E tudo sai como o inesperado. Eu te ligo, eu te escuto, eu travo. Eu não consigo falar nada, não consigo te falar algo bacana, nem engraçado e nem coisa nenhuma.

Bate-me o desespero e então não vejo a hora de desligar para terminar com a vergonha. A verdade é que eu queria te ver. Eu iria aonde você estivesse aqui nessa cidade que tanto agora me parece vazia sem você. Eu iria para te cobrar. Cobrar um abraço que um dia você me deu, um sorriso e uma enxugada de rosto que um dia eu te fiz, mas principalmente um ombro para chorar no qual jamais pensei que um dia significaria tanto para mim. Tais lágrimas que inundaram meu ombro com os mais sinceros agradecimentos e que tocaram bem mais que minha roupa ou minha pele.

Se quiser, final de semana você está aí, embora seja tarde, tenha outros ares e eu já, devido meu transtorno infernal, tenha entrado e saído dessa crise umas cinco vezes.
Mas enfim… Que seja tarde, mas que não seja nunca. Já disse, por você eu andaria no fogo, nem que fosse para te ver sorrindo, ou que fosse só e apenas para te ver.

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