Guerreiro


Nossa, amigo, como eu sinto sua falta… Ainda sento no fundo de casa tentando ouvir, captar algum ruído que seja que venha de você, de onde quer que você esteja. Buscar seus conselhos que vinham do seu olhar, do seu simples encostar em minha perna. E como funcionava.

Você parecia tomar decisões por mim. Parecia ser minha consciência fora de mim. Parecia ser eu mesmo pensando como se não tivesse nenhum problema, para que depois pudesse me dizer o que fazer.

Você era inteligente, sensato e sempre sabia o que dizer. Aliás, não dizia, transmitia.

Durma bem, meu Guerreiro. Queria poder ser metade do que você foi. Queria poder ter metade da sua coragem. Queria poder ter metade da sua persistência e perseverança.

Serás para sempre meu único e maior conselheiro e exemplo… e agora, para sempre, a sombra na minha solidão.

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